O consumo de caracóis remonta ao Paleolítico. Existem inúmeros registos de conchas encontradas em grutas pré-históricas da orla mediterrânica, em particular na península ibérica.

O Helix Aspersa Maxima tem um aspecto carnudo, de carne clara e muito apreciada na culinária. Facilmente extraído da concha e de sabor requintado, diferencia-se do caracol silvestre pela homogeneidade das suas características de produção: uma alimentação controlada e a rastreabilidade em todo o seu processo produtivo possibilita o indispensável controle sanitário e garante a qualidade do produto.
O seu consumo é recomendado para vários tipos de doenças. Os aminoácidos contidos nas proteínas da carne do caracol, contribuem para a reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, para a cura da úlcera. Por ser um alimento rico em cálcio e ácidos gordos, polinsaturados, é também recomendado nos casos de raquitismo e no combate ao colesterol. O alto teor de sais minerais e ferro, revelam-se úteis durante a gravidez e amamentação. Pobre em lipídos, são indicados para aqueles que sofrem do fígado e obesidade.
O valor calórico por 100g de carne de caracol varia entre as 60 e as 80 Kcal. Os caracóis são maioritariamente compostos por água (70-85%), sendo pobres em gordura (0,3-0,8%) e com um teor proteico entre 13 e 15%. São relativamente ricos em minerais, sobretudo em Cálcio, contendo também Ferro, Magnésio, Cobre e Zinco.
(fonte: Quinta do Barranco)

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